Eis o Homem

Resumo: Glogauer viaja no tempo para assistir a um momento histórico da humanidade: a crucificação de Cristo mas depressa descobre que Cristo é um deficiente mental e não o Messias que esperava encontrar. Então assume o lugar do Messias e é crucificado na cruz em seu lugar.
Crítica: Tenho que confessar que se não tivesse lido a nota do autor no final da história, estaria um pouco mais chateada do que estou neste momento. Na sua nota o autor explica que não intencionava contar uma história sobre viagens no tempo mas simplesmente testar uma ideia. E apesar de não ver nesta história nenhum ataque à crença Cristã, e de seguir a minha crença que Cristo era primeiro que tudo um homem, não compreendi qual a finalidade desta história. Afinal, porque é que Glogauer aceitou fazer isto, tomar o lugar do outro? Desta forma e não doutra? Acima de tudo, senti-me frustrada e não consegui compreender a finalidade desta história.
Expectativa e estado de espírito: Altas, pois tinha sido um livro altamente recomendado sobre viagens no tempo. Desilusão e incompreensão foram o resultado.
Pontos positivos: A pesquisa do autor.
Pontos negativos: A história em si.
Fez-me reflectir sobre: Frustrados, gente frustrada e deprimida.